Se locomover em Bangkok pode, muitas vezes, ser um desafio já que a cidade é enorme e o trânsito é caótico. Durante as minhas outras 4 visitas à cidade eu tinha usado e abusado do táxi já que sempre me hospedava na região da Khao San Road. O táxi não é caro, o problema é que nem sempre é fácil conseguir um com o motorista disposto a ligar o taxímetro. E, admito, enche o saco ficar barganhando (implorando) para entrar no táxi. Estive em Bangkok novamente agora em novembro e mudei de ares. Me hospedei na região de Siam a poucas quadras do BTS (o metrô de superfície). E quer saber? Melhor escolha. Listo aqui todas as opções de transporte disponíveis em Bangkok para que você possa planejar a sua viagem.

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Como se locomover em Bangkok – veja as opções

BTS (Skytrain)

O BTS é o metrô de superfície e uma verdadeira mão na roda. Preços justos, trens modernos, com ar-condicionado e uma boa conexão entre os principais pontos da cidade (inclusive o aeroporto internacional). É a melhor opção de transporte para quem está hospedado nas regiões de Sukhumvit, Siam e Silom. Os preços variam entre 15 a 55 baht, depende do número de estações a serem percorridas.

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BTS

Dica importante: em todas as estações há uma área de atendimento ao passageiro (uma espécie de bilheteria), mas só em uma delas eu efetivamente consegui comprar o bilhete. Em todas as outras, eu dizia o nome da estação que queria ir e a atendente trocava meu dinheiro por moedas e eu tinha que ir até a máquina comprar o bilhete. Ah! As máquinas só aceitam moedas.

MRT (metrô)

O metrô de Bangkok tem apenas uma linha e faz conexão com o BTS na estação Asok. Não é tão bem conectado como o BTS, mas é uma boa opção para quem está em Sukhumvit e Silom e quer ir até Chinatown ou até a estação de trem Hualamphong. As tarifas variam entre 16 a 40 baht, depende do número de estações a serem percorridas.

Barco

A dobradinha barco + BTS foi a que usei durante todos os dias que estive em Bangkok. Embora o barco não tenha ar-condicionado, seja bem lotado e um pouco demorado, ele tem a seguinte vantagem: passa pelos principais templos da cidade e custa uma mixaria.

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Barco

Atenção: há o barco local (custo 14 baht) e o barco para turistas (custo entre 60 e 100 baht). Peguei o barco local todas as vezes e não me arrependi (apesar da lotação).

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Essa é a versão “vazia” do barco

Dica: para quem quer ir no templo Wat Pho (o templo do Buda Reclinado) de barco é só descer no templo Wat Arun e de lá pegar outro barco (menor) que apenas atravessa o rio.

Dica 2: guarde o papelzinho da passagem, pois ele pode ser solicitado ao longo do percurso.

Ônibus

Sinceramente, só recomendo a utilização dos ônibus para quem já tem familiaridade com a cidade. As rotas não são muito claras, os motoristas nem sempre entendem para onde você quer ir, os ônibus não são novos e o trânsito é caótico. Para lugares onde o BTS, metrô e barco não passam, eu consideraria pegar um táxi.

Táxi

Opção apropriada para lugares onde o BTS e barco não chegam. Peguei táxi apenas duas vezes nessa última viagem: do aeroporto nacional para Siam (350 baht incluindo os pedágios) e de Siam para a Khao San Road (250 baht em horário de pico). O ideal é pegar táxi sempre nos horários fora de pico não só pela economia, mas pela paciência mesmo. O trânsito é caótico em Bangkok. As tarifas começam em 35 baht.

Dica: por lei, os taxistas são obrigados a sempre ligarem o taxímetro. Infelizmente, perto dos pontos turísticos muitos querem fechar um preço (sempre absurdo). Se o motorista não quiser ligar o taxímetro, saia do táxi e pegue outro.

Tuk Tuk

Admito que tenho muita implicância com o tuk tuk. Acho caro, perigoso e um saco ter que barganhar com os motoristas, que quase sempre cobram preços absurdos (às vezes o dobro do táxi). De qualquer maneira, vale pela experiência turística de dizer que um dia andou em um tuk tuk.

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Foto: Shutterstock

Dica: se for barato demais, desconfie e não pegue. Corridas de 10 ou 20 baht cheiram a golpe. Os motoristas ganham dinheiro de lojas de ternos e fazem paradas não solicitadas nas lojas. Você perde um tempão vendo itens que não queria ver.

Moto-táxi

É bastante utilizado pelos locais. Como o nome diz é um táxi só que de moto. Eu utilizei apenas uma vez por puro desespero para fugir do trânsito. Foi uma vez para nunca mais. Os motoqueiros correm, o trânsito é uma loucura, nem sempre eles oferecem o capacete. Entra na minha categoria do barato que sai caro.

Essas são as maneiras de se locomover em Bangkok. Claro que durante os poucos períodos de temperatura agradável do dia também é possível andar a pé ou de bicicleta.

*Baht é a moeda da Tailândia. Em novembro/16 a conversão era essa: R$1 comprava aproximadamente 10 baht. Importante: não leve reais para a Tailândia e sim dólares, euros ou libras (depende do país onde você mora). Você não consegue trocar reais por baht lá. 

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Importante

Lembrou do seguro viagem? Ele é muito importante e obrigatório nos países da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen e também em Cuba e Venezuela. Nos demais países também é recomendável a contratação, pois não podemos prever incidentes. Leia sobre minha internação na Tailândia. No caso dos Estados Unidos, por exemplo, o custo médico diário de uma internação fica na faixa dos U$2.000 (caríssimo). Para os EUA a contratação de um seguro com cobertura de U$1 milhão não é exagero. Além disso, o seguro é super útil nos casos de cancelamento de viagem e extravio de bagagem (para citar alguns exemplos). Uso o seguro da Assist Card há anos (faça sua cotação). Precisei utilizar 4 vezes durante minha volta ao mundo e sempre fui muito bem atendida. Você pode cotar com eles sem compromisso e, caso opte pela contratação, ainda tem 5% de desconto utilizando o cupom PRECISOVIAJAR5.
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