Já tinha ido para Bento Gonçalves outras duas vezes, mas em nenhuma delas tinha conseguido ir até Garibaldi. Em outubro de 2017 fui novamente para o Vale dos Vinhedos e desta vez Garibaldi não me escapou. risos. Aproveitei para conhecer a Vinícola Peterlongo, a primeira vinícola brasileira a produzir champagne. Antes de ir até a vinícola Peterlongo eu tentei visitar a Chandon, mas não consegui porque não tinha feito reserva.

Vinícola Peterlongo em Garibaldi – como é a visita

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Cheguei por volta do meio-dia e fui me informar como funcionava a visita. A atendente me informou que as visitas ocorrem de hora em hora e que eu poderia aguardar a próxima. Como faltava uns quinze minutos para o meio-dia resolvi esperar. A visita custa R$20 por pessoa e no final você ganha uma taça de espumante e R$10 de desconto na loja.

Vídeo

Primeiro você é encaminhado para uma sala para assistir a um vídeo sobre a história da família Peterlongo. Tudo começou com Manoel Peterlongo, imigrante italiano. Ele tinha o hábito de beber vinhos frisantes na Itália e quis repetir os processos de produção aqui no Brasil. O negócio começou pequeno (dentro do porão de sua casa), mas aos poucos foi ganhando visibilidade.

Manoel teve 9 filhas e 1 filho. Seu único filho homem, Armando Peterlongo, decidiu ser farmacêutico e morar em outra cidade. Lá pelas tantas, seu Manoel pediu que Armando voltasse para Garibaldi e o ajudasse nos negócios. Armando atendeu ao pedido do pai e voltou para Garibaldi. Depois do falecimento do pai, Armando acabou assumindo os negócios e construindo a vinícola Peterlongo.

O vídeo vai mostrando a ascensão da vinícola, a amizade entre Armando e Getúlio Vargas (e como isso foi bom para os negócios fazendo até a rainha Elizabeth da Inglaterra provar uma taça de champagne da Peterlongo) até chegar aos dias de hoje. Gostei bastante do vídeo.

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Visita

A visita começa após o filme. Você vai conhecer as caves e o guia explica um pouco mais da história da Vinícola Peterlongo. Com a morte de Armando Peterlongo, em 1966, os genros assumem o controle da empresa. E hoje a vinícola não é mais familiar e está sofrendo um processo de reformulação da marca. A guia explicou que houve uma certa popularização e muita gente ainda remete a marca Peterlongo somente ao “Espuma de Prata”.

 

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Carro do Armando Peterlongo

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Eles se orgulham de ser o “primeiro e único champagne” do Brasil, mas só conseguem utilizar o nome champagne porque a lei de patente da cidade de Champagne na França só surgiu após a primeira produção de champagne deles.

 

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Vinhedos

Degustação

Certamente, a melhor parte da visita. Um ponto que esqueci de mencionar é que tive que fazer a visita (parte das caves) com um grupo enorme de excursão porque eles chegaram no mesmo horário. Na hora da degustação, eu fui reclamar com o guia que não tinha condições de fazer degustação em um grupo enorme (e que visivelmente estava com pressa), até porque eu não conhecia ninguém e não tinham me alertado que estava chegando um grupo tão grande.

Sei que o guia concordou comigo e resolveu fazer uma degustação exclusiva para o “meu grupo”: duas amigas e eu. E pudemos dizer nossas preferências (escolhemos Brut) e degustamos 5 vinhos, entre eles 1 prosecco, 2 espumantes e 2 champagnes. Provamos excelentes vinhos.

Diria que o tour foi ótimo por causa da exclusividade na degustação. Muito provavelmente se eu tivesse feito com o grupo enorme da excursão não teria tido o atendimento VIP e com toda a explicação que tive de cada vinho.

Informações

Endereço: R. Manoel Peterlongo Filho, 216. Garibaldi – RS.

Preço da visita (outubro/17): R$20 por pessoa. Ganha uma taça e um desconto de R$10 na loja.

Site oficial: http://www.peterlongo.com.br/verificacao

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