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Vale a pena contratar um seguro viagem para a Tailândia?

por Fernanda

Atualizado em

Viajar para a Tailândia é sempre um atrativo pois o custo da viagem é relativamente baixo se comparado com outros destinos internacionais, o que faz desse país um destino bastante procurado por quem quer conhecer paraísos naturais e vivenciar novas culturas.  Só que poucas pessoas colocam o seguro viagem Tailândia dentro do seu planejamento, deixando de lado este item que pode literalmente salvar a sua viagem (ou ao menos te livrar de algumas despesas altas). Ainda que não seja obrigatório na Tailândia, é indispensável, pois garante a cobertura de pontos importantes como extravio de bagagem e até problemas de saúde (foi o meu caso). Vira e mexe alguém me pergunta se vale mesmo a pena contratar um seguro viagem ou se é realmente necessário ou até mesmo se o fiscal irá pedir o comprovante no momento da imigração. Em alguns países, o seguro viagem é mesmo obrigatório (nos países da Europa, por exemplo). Na Tailândia não é obrigatório, mas é extremamente recomendável que você faça um.

Seguro Viagem Tailândia: como foi a minha experiência

Vale a pena contratar um seguro viagem Tailândia?

Já faz muitos anos que eu não viajo sem seguro viagem. Imprevistos acontecem e brincar com a saúde é o tipo de coisa que eu não faço. Na minha última viagem para a Tailândia contratei um seguro da Assist Card (vendido com preços imbatíveis pela Seguros Promo e você ainda ganha 5% de desconto – Quero meu Seguro Viagem com Desconto). Seguro é o tipo de coisa que a gente faz para não usar, afinal quem é que quer ficar doente em uma viagem? Eu não queria ter ficado.

praias tailândia


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Riscos que podem afetar sua Viagem para Tailândia

Intoxicação Alimentar

Viajar para lugares distantes como a Tailândia pode oferecer uma série de riscos como acidentes, extravios de mala, e até mesmo intoxicação alimentar. No caso da Tailândia o risco maior está na culinária local, que é muito diferente da nossa. Os ingredientes utilizados para tempero, a própria comida em si, a questão da água nem sempre ser filtrada (casos dos famosos sucos naturais servidos na rua com gelo sabe-se lá de qual procedência de água) podem fazer bastante mal para pessoas mais sensíveis ou para pessoas que estejam com a imunidade mais baixa. E por mais que a gente fale que vai evitar a comida local e só comer em lugares mais “ajeitados’, não temos como saber a procedência dos alimentos e a questão da higiene do lugar.

Eu sou o tipo de pessoa que adora provar a culinária local, por exemplo. Não me privo de experiências por medo de passar mal, por isso prefiro estar protegida caso incidentes aconteçam. Como dizem por aí: “a  intoxicação alimentar na Tailândia é grátis”.  Encaro o seguro viagem como uma forma de garantir a minha liberdade durante a viagem, e em vez de evitar conhecer novos lugares, experimentar alimentos e conhecer mais sobre o local, eu tenho uma segurança e um suporte para fazer tudo isso sem grandes preocupações em relação à parte financeira (caso eu passe mal e precise de um atendimento médico).

comida de rua tailândia

Pad Thai, prato típico da Tailândia.

Problemas de Pressão

Para quem sofre com pressão baixa pode passar muito mal na Tailândia, pois o calor excessivo piora a pressão baixa. Na Tailândia é muito quente o ano inteiro e muito úmido. Eu mesma já senti desconforto muitas vezes, principalmente em Bangkok que parece uma sauna. Tontura, fraqueza e suor frio, decorrentes da pressão baixa podem atrapalhar a sua viagem.

Acidentes em Mergulhos

Tailândia é um ótimo país para quem gosta de mergulhar. Muitos passeios com mergulho de cilindro são oferecidos nas paradisíacas praias tailandesas. Tem gente que acaba se machucando durante o mergulho e precisa de atendimento médico. Caso pratique esse tipo de esporte, leia atentamente a apólice do seguro e veja se ele cobre coberturas para esportes. Também vi acidentes ocorridos no mar: pessoas se machucando ao sair do barco ou porque pisaram em um coral, por exemplo.

Acidentes com Veículos

O trânsito na Tailândia e no Sudeste Asiático como um todo é caótico. Chega a dar medo em algumas ruas. E mesmo tomando os devidos cuidados, acidentes podem acontecer. Apesar dos tuk tuk serem super populares entre os turistas, eu desaconselho o uso por conta do risco de acidentes e da falta de segurança mesmo. Já peguei tuk tuk em que o motorista falava ao celular enquanto dirigia e dirigia que nem louco. Sem contar que a falta do cinto de segurança.

tuk tuk tailândia

O famoso tuk tuk

Como foi usar o seguro viagem na Tailândia

Comecei a passar mal já no meu terceiro dia de viagem. No começo, não levei muito a sério. Achei que era só uma “adaptação” do meu estômago aos novos temperos ou uma leve intoxicação alimentar. Como eu não costumo tomar remédios por conta própria, passei a beber muita água e comer bolacha água e sal. Obviamente não demorou muito para eu ficar fraca.

Na quarta noite da viagem tive bastante dificuldade para dormir, pois meu nariz e garganta travaram. Tive febre. Foi então que me preocupei, até porque estava com algumas picadas de mosquitos na perna e fiquei com medo que pudesse ser malária. Mesmo sabendo que o risco era baixo, sabe como é? A gente acaba surtando meio sem querer, até porque eu estava viajando sozinha.

Foi só no quinto dia que efetivamente acionei o seguro viagem. Primeiramente liguei para o número da Assist Card de São Paulo pelo Skype.  Nessas horas é sempre bom ter um chip 3G funcionando a pleno vapor para não depender de wi-fi de lugar nenhum para fazer a ligação. O atendimento foi em português e muito rápido. O atendente perguntou onde eu estava, colocou o endereço do hotel no Google Maps e poucos minutos depois me encaminhou para uma clínica internacional a poucas quadras do hotel onde eu estava hospedada no Hotel The Nine em Ao Nang.

Foi uma caminhada de 5 minutos e assim que cheguei na clínica o médico já estava me aguardando. Ele era tailandês, mas falava um inglês razoável. O atendimento médico foi todo em inglês. O médico me examinou e já me internou para observação. Comecei a receber soro na veia e, nesse meio tempo, ele também fez um exame de sangue para confirmar se a minha infecção era bacteriana.

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Atendimento médico na Tailândia

Olha, fiquei surpreendida positivamente com o atendimento médico que recebi. Foi excelente! O resultado do exame levou mais ou menos uma hora para ficar pronto. Só depois que a infecção bacteriana foi confirmada é que ele me receitou o antibiótico (na veia também).

A única coisa que posso dizer que foi ruim nesse meio tempo é que eles retiveram meu passaporte como garantia. Lá pelas tantas o médico veio falar comigo que a Assist Card precisava mandar uma carta garantia comprovando que de fato iria pagar pelo meu tratamento. O problema é que a Assist Card tinha mandado uma carta padrão que cobria despesas de até U$300 e meu tratamento daria mais do que isso.

Fiquei preocupada com a questão do passaporte e liguei novamente para a seguradora. A atendente Ana Paula foi muito solícita, ligou na hora para a clínica e eles se acertaram. Quando recebi alta da clínica, eles me entregaram o passaporte.

Passei um total de 8 horas na clínica e o médico queria ter me deixado 2 dias internada para observação. Tive que convencer um outro médico britânico a me dar alta (com quem consegui evoluir a conversa) e tive que prometer voltar no dia seguinte para acompanhamento. Saí da clínica com uma sacola de remédios e instruções para tomar cada um deles.

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Total da minha conta: U$700. Quanto saiu do meu bolso? Só os R$119 que gastei na contratação do seguro. Valeu a pena? Bom, é só fazer as contas.

Nessas 8 horas que passei em observação na clínica, vi 6 pessoas serem atendidas nas macas ao meu lado. De “acidentes” bobos como machucar o pé em um coral durante o mergulho a alergias e intoxicações alimentares. Boa parte delas tinhas seguro e também não gastou nada, mas o cara do pé machucado – por exemplo – não tinha seguro e saiu da clínica com uma conta de U$100. Isso em um país barato como a Tailândia. Imagina quanto teria sido essa conta em um país caro?

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Clínica onde recebi meu atendimento

Como escolher seu Seguro Viagem Tailândia?

Existem muitos tipos de seguro viagem e eu recomendo gastar um tempinho analisando as coberturas de cada um. Itens que eu sempre observo quando vou contratar o meu:

        • Atendimento em português no primeiro contato com a central: (atendimento por WhatsApp é um extra que considero também).
        • Convênio com clínicas internacionais: como já expliquei aqui, me encaminharam para uma clínica internacional. Meu atendimento foi em inglês.
        • Valor da cobertura para Despesa Médica Hospitalar Total: se eu vou viajar para um país que não possui um sistema de saúde público, por exemplo, eu costumo contratar um seguro viagem com uma cobertura maior. Nos Estados Unidos não dá para viajar com um seguro com cobertura de U$35.000,00 por exemplo, porque qualquer “espirro” custa milhares de dólares.
        • Cobertura Odontológica: ninguém merece dor de dente, agora imagina uma dor de dente durante as férias lá do outro lado do mundo.  Acaba com qualquer viagem.
        • Cobertura Farmacêutica: com essa cobertura se você precisar fazer uso de medicação durante a viagem pode pedir o reembolso para a seguradora. Há regras específicas para isso, portanto leia bem a apólice do seu seguro viagem.
        • Extravio de Bagagem: ter a bagagem extraviada é um dos piores pesadelos dos turistas e infelizmente é mais comum do que a gente imagina. Já pensou chegar em outro país sem sua mala? Isso já á aconteceu comigo e é desesperador.
        • Repatriação: essa é aquela cobertura que dá até ruim pensar, mas eu tenho como lema que se o pior acontecer comigo em uma viagem, eu não quero dar prejuízo nenhum para minha família. Vira e mexe eu vejo “vaquinhas” na internet para repatriação de corpos e sempre penso – “poxa, um seguro teria evitado que essa família estivesse passando por isso”.

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    Resumo Seguro Viagem Tailândia

    Apesar de não ser obrigatório e um dos requisitos que podem ser exigidos para a entrada no país, é extremamente recomendável que você faça um. Como já foi falado, a Tailândia é um país bastante exótico e uma quantidade considerável de turistas passa mal durante a viagem por conta de problemas estomacais. Eu particularmente acho a comida maravilhosa e não acho que vale a pena se privar da experiência de provar a culinária tailandesa por medo de passar mal. Óbvio que vale a pena tomar certos cuidados e procurar lugares mais limpos para fazer suas refeições, mas ao mesmo tempo é bom estar preparado e protegido caso precise de um atendimento médico. Eu já fui para a Tailândia algumas vezes e tive desconfortos intestinais em metade das viagens, mas só na última realmente precisei ser internada. Considerando que é possível encontrar seguros que custam na faixa de R$10,00 a R$15,00 por dia de viagem eu acho que não contratar um seguro é o tipo de economia boba. Eu incluo o valor no custo total da viagem. Aliás, como viajo muito, tenho feito seguros anuais. Ficam mais baratos, eu pago parcelado e estou sempre protegida.

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58 comentários

Gabi 30 de novembro de 2016 - 10:10

Eu acho que vale muito a pena. É um valorzinho a mais, e que pode resolver tanto perrengue. Como você mesma mostrou, teria morrido em 700 dólares. Eu não sei como funciona o seguro do cartão Platinum, sei que muita gente – eu até uns tempos atrás – viajava só com eles. Não sei se vai ser algo tão bom quanto esse seu. Meus pais fizeram uma viagem longa uns anos atrás, e minha mãe ficou doente no meio duas vezes, uma vez na Suíça e outra na Espanha. No fim eles tiveram que pagar as contas, mas foram reembolsados. Total: quase mil euros. Imagine só…

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Fernanda 1 de dezembro de 2016 - 09:26

Eu também só viajava com o seguro do cartão e parei exatamente pelo fato de ter que pagar adiantado e depois ter o reembolso. Com o dólar/euro tão caros nem sei se tenho limite suficiente para uma eventual despesa médica no exterior.

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Dani 1 de dezembro de 2016 - 16:33

Até hoje tenho como souvenir a carteirinha do hospital de Ao Nang, onde também fiquei umas horinhas internada pelo mesmo motivo, hahaha. Tailândia é para os fortes!

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Fernanda 1 de dezembro de 2016 - 20:20

Sério, Dani? Você nunca me contou isso. haha
Pior que o meu foi um mix de azar mesmo: se meu sistema estivesse um pouco mais imunizado e tivesse sido só a intoxicação, beleza. Mas o que ferrou mesmo foi a infecção na garganta. Uma bactéria conseguiu me dar 2 problemas. Passei 8 horas lá. Ainda bem que os enfermeiros foram super legais e me deram a senha do wi-fi e até um power bank para eu carregar o celular. haha

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Martinha 1 de dezembro de 2016 - 17:25

Ótimo post…. Infelizmente ainda tem muitas pessoas que viajam sem seguro. Eu não sou louca, pois do jeito que sou desastrada, sempre posso precisar. Graças a Deus nunca precisei, mas não quero dar bobeira. =)

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Fernanda 1 de dezembro de 2016 - 20:24

Eu detesto ir em médicos. Hospitais então só em casos de extrema necessidade (tenho trauma), tanto é que relutei para procurar atendimento. Mas com a saúde não dá para brincar e imprevistos acontecem em qualquer lugar do mundo.

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Luciana Rodrigues 2 de dezembro de 2016 - 07:43

Se fosse nos EUA, o carinha que pagou US100, teria que ter lavado pratos a vida toda para pagar a conta. Vocês fez super bem. Não se sai de casa sem um seguro.

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Fernanda 2 de dezembro de 2016 - 09:33

Pois é, mas vira e mexe ainda tem gente que comenta que seguro é bobagem.

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Elaine 2 de dezembro de 2016 - 18:00

Uma vez nos EUA tive um mix de doenças: otite, infecção na garganta, gripe, e pra variar uma intoxicação alimentar (descobri que era intolerante a lactose). Fiquei 4 dias internada, e perdi meu voo de volta que era pra ser numa quinta e eu fui internada em uma terça. A conta do hospital deu – pasme – USD 42.000,00. O seguro cobriu tudo, incluindo as passagens de volta. NUNCA, NUNCA, NUNCA viaje sem seguro!

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:42

EUA é um absurdo de caro. Lá um seguro com cobertura de 1 milhão de dólares realmente não é exagero.

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Maira 22 de dezembro de 2016 - 15:32

Elaine, boa tarde , estou indo para os EUA e estou em duvida de qual seguro contratar, vc contratou qual? Muito obrigada

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Guilherme 3 de dezembro de 2016 - 11:06

No fim o barato sai caro. Sou total a favor do seguro. Problemas acontecem e ficar a mercê nessa situação complica tudo.

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:32

Exatamente 🙂

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Alessandra Fratus 3 de dezembro de 2016 - 11:18

Menina, que perrengue! Realmente, não dá pra sair do país sem seguro. Conheço outras histórias cabeludas também! Que bom que deu tudo certo. Beijos.

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:32

Foi perrengue, mas deu tudo certo. Ainda bem!

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Eliana C. Pereira 3 de dezembro de 2016 - 14:50

Sempre viajo com seguro também!!! O valor não é tão caro, mas se não o temos e precisamos usá-lo, aí vemos o quanto vale o investimento…

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:31

Exatamente.

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Renata Rocha Inforzato 3 de dezembro de 2016 - 17:36

Seguro morreu de velho, como dizem os antigos. E isso que foi uma infecção, imagina se fosse algo mais grave e você não tivesse seguro? Que este post excelente fique como alerta para qualquer viajante

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:30

Pois é…isso que foi uma simples infecção.

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Fábio Mendes 3 de dezembro de 2016 - 18:52

Depois que minha filha nasceu, não viajamos para o exterior sem o seguro viagem. Achamos importantíssimo contratar o serviço e é ótimo que nunca foi necessário utilizá-lo. Mas é sempre bom se prevenir. Recomendo a todos que façam o mesmo!

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:30

Tipo de coisa que a gente faz para não usar mesmo.

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angela sant anna 3 de dezembro de 2016 - 19:25

que bom que deu tudo certo guria! eu nunca precisei acionar a seguradora, mas sempre viajo com seguro! fica aquilo na cabeça “se eu for sem desta vez, ctz que vai dar treta!”

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:28

Sorte sua que nunca precisou acionar. Eu já precisei umas 5 ou 6 vezes. Por isso não viajo sem.

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racingmackerel 3 de dezembro de 2016 - 23:10

Totalmente!!! Em Portugal não temos cultura de pagar seguro de viagem… dentro de Europa não se justifica para europeus… mas desde que vivo neste continente não me descuido nunca!! uma vez tive uma simples infecção uruinária e menos mal… tinha seguro!!!

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:29

Eu tenho dupla cidadania e em teoria não precisaria fazer nem quando vou para a Europa, mas como estou residindo no Brasil também prefiro não brincar com a sorte e faço mesmo assim. É um valor pequeno e que evita tanta dor de cabeça.
Mas para os europeus dentro da Europa não justifica mesmo já que tem acesso ao sistema de saúde público.

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Juliana Moreti (turistando.in) 4 de dezembro de 2016 - 14:03

Seguro é a grana da viagem que não queremos gastar, mas que se precisa

Comprei pela primeira vez um seguro quando fui para o Peru, em 2011. Fiquei com receio de alguma reação por causa da altitude ou de quedas (rs).
Depois disso, sempre que viajo, faço! E jà usei para coisinhas básicas com meu filho e até reembolso de medicação que compramos em farmácia nós tivemos!

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:27

Ah, com filhos então eu acho obrigatório contratar um.

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Pedro Henriques 4 de dezembro de 2016 - 14:25

Na minha opinião, fazer uma viagem sem seguro é sinal de grande irresponsabilidade! Se há área em que não devemos facilitar é na nossa saúde, já diz o velho ditado: mais vale prevenir do que remediar. Todas as minhas viagens são acompanhadas por seguros de viagem. Obrigado pela partilha.

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:27

De nada 🙂

Reply
Carla Mota 4 de dezembro de 2016 - 15:02

Sim, vale mesmo. Já tive vários episódios em que precisei de activar o seguro. Sem seguro teria pago uma fortuna e teria a viagem estragada. Acho que fazer seguro é obrigatório.

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:26

Concordo 🙂

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Viajar pela história - Catarina Leonardo 4 de dezembro de 2016 - 20:49

Olá Fernanda.
Confesso que nunca pensei muito em fazer seguro de saúde quando viajo. Fiz uma vez e por acaso precisei e não reembolsaram nada… Por isso acho que não tornei a pensar nisso!

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Fernanda 4 de dezembro de 2016 - 20:55

O meu reembolsou até o valor dos remédios. Valeu muito a pena.

Reply
Cristiano 5 de dezembro de 2016 - 19:57

Como sempre digo, seguro não é gasto.

Faz tão parte da viagem quanto o hotel e o transporte. Muito importante não viajar NUNCA sem adquirir seguro de viagem, principalmente se tratando de crianças ou idosos

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Fernanda 6 de dezembro de 2016 - 19:41

Diria que se tratando de todo mundo. Incidentes não escolhem faixas etárias específicas 🙂

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Zudi Dadalt 10 de dezembro de 2016 - 08:36

Fernanda, também não dou bobeira. A única vez que precisei, o médico veio me atender no hotel. Foi ótimo.

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Fernanda 10 de dezembro de 2016 - 23:06

Não dá mesmo para bobear. 🙂

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Jackie 12 de dezembro de 2016 - 18:11

Pois é, viajar sem seguro: nunca! E imagina qt seria uma conta dessas num pais tipo EUA? Nunca esqueço de uma matéria que a moça teve parto prematuro nos EUA, o bebe teve que ficar na incubadora. A conta veio tipo US$ 1 milhão! rs
bjs,

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Fernanda 12 de dezembro de 2016 - 19:54

Não quero nem imaginar a conta nos EUA. rs

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Adão Roberto 16 de janeiro de 2017 - 16:43

Nao viajo para o exterior sem seguro. E por experiência própria: na minha primeira visita à Miami, logo ao sair do aeroporto, cai e quebrei o cotovelo. Graças ao seguro viagem recebi rapidamente o atendimento necessário e não gastei um centavo.

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Anna Camila 20 de janeiro de 2017 - 12:15

Fernanda, você poderia deixar a dica de qual seguro contratou!
=D

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Fernanda 20 de janeiro de 2017 - 12:42

O da Assist Card.

Reply
thais silva 1 de Maio de 2017 - 23:04

Sempre faço seguros quando faço viagens internacionais é uma segurança. Não sabia que era obrigatório mas sempre fiz. No Brasil tenho plano de saúde que abrange todo território nacional e excelente então fazer este seguro mas viagens pra fora já é um critério certo quando compro as passagens.

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Beatriz 3 de Maio de 2017 - 00:22

Oi Fernanda! Tudo bem? Vou viajar para o Peru agora em maio e estou pesquisando um seguro viagem. Porém, eles excluem despesas médicas por intoxicação alimentar. Quer dizer que seu eu comer algo no país, passar mal e tiver que ir para o hospital eles não cobrirão as despesas? Já vi vários seguros (Mondial, Assist Card etc) e todos trazem essa exclusão… fiquei preocupada…

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Fernanda 3 de Maio de 2017 - 07:49

Que estranho. Ontem mesmo comprei um seguro da Assist Card para a minha próxima viagem e não li nada a respeito dessa exclusão. Sem contar que quando precisei usar o seguro na Tailândia eu estava com os mesmos sintomas de uma intoxicação alimentar. Fui atendida na hora e sem muitas perguntas.

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Beatriz 3 de Maio de 2017 - 23:14

Você comprou pela Real Seguros? Qual dos planos?

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Fernanda 4 de Maio de 2017 - 00:31

Comprei sim. Fiz o AC 35. Deu R$190 no boleto (viagem de 20 dias).

Reply
Larissa 3 de novembro de 2017 - 11:12

Fernanda, o seguro d Assist voce tem que pagar na hora e depois te reembolsam ou voce nao paga nada no local já, só os remedios e aí pediu reembolso dos remedios depois só ? Obrigada

Fernanda 3 de novembro de 2017 - 11:18

Lá na Tailândia já me deram os remédios na clínica e não precisei pagar. Na Nova Zelândia, quando usei o seguro, comprei os remédios e depois me reembolsaram. Acho que depende do país/clínica/hospital.

Renato Simon 5 de Maio de 2017 - 21:41

Já usei seguro de viagem por intoxicação alimentar em Cusco (Peru) e Cidade do México e Cancún. Em Cancún também tive uma queimadura no braço devido a uma árvore q pinga uma toxina. Usei seguro comprado e o fornecido gratuitamente por comprar com cartão Visa Platinum (vale 60 dias).
Na Tailândia passei um ano com visto de aposentado e lá descobri que estava com um câncer carcinoma no rosto e um câncer melanoma no ombro. Tinha seguro de viagem e me operei em Chiang Mai, sendo q no rosto foi uma operação plástica. O seguro concordou em pagar a consulta e a biópsia mas não quis pagar a cirurgia q custou só mil dólares pq alegou ser uma doença pré existente. Acontece q nas cláusulas do seguro tinha um limite de 5.000 dólares para doenças pré existente e eu disse q ia processar a seguradora quando regressasse ao Brasil.
Um dia depois da cirurgia a seguradora me ligou e disse que tinham voltado atrás na decisão de não pagar e me pediram para encaminhar os recibos q eu tinha pago e então me ressarciram e o tratamento acabou tendo custo zero para mim.
Acho estranho q o médico tailandês receitou
tantos remédios p vc na intoxicação, porque para mim foram só 3 dias de antibióticos.
Tive sorte pq não precisei de quimioterapia, foram só as cirurgias. Em poucos dias já me recuperei e segui minha viagem tranquila. Ainda fiquei mais 6 meses na Tailândia.

Reply
Fernanda 5 de Maio de 2017 - 21:55

Oi, Renato! O seguro do cartão vale para viagens de até 31 dias. Que bom que deu tudo certo na sua cirurgia. Saí com um monte de remédios por causa da desidratação e também por causa da garganta. E alguns remédios eram “backup” – caso eu tivesse enjoo ou algum outro tipo de desconforto. Acredito que o médico quis pecar pelo excesso. Felizmente nem precisei tomar todos.

Reply
Alessandra 3 de julho de 2017 - 22:13

Oi Fernanda,

Para viajar p/ Europa que valor de seguro vc recomenda fazer? De 1 milhão de dólares tb?
Obrigada
Abraço
Alessandra

Reply
Fernanda 3 de julho de 2017 - 22:39

Oi, Alessandra! Recomendo a cobertura máxima para os EUA porque lá qualquer “espirro” é uma fortuna. Para a Europa já fiz com cobertura de 60 mil usd e o de 35 mil (cobertura mínima exigida).

Reply
Alessandra 7 de julho de 2017 - 00:48

Olá Fernanda, td bem?
Muito obrigada por responder!

Reply
Daiane cavalari 5 de setembro de 2017 - 17:45

Seguro viagem nunca será dinheiro jogado fora.. Em uma viagem para Londres passei muito mal com intoxicação alimentar e foi um médico até meu apartamento muito atencioso que cuidou muito bem de mim. O ruim de Londres foi que eu tive que comprar todos os remédios a parte ficando mais ou menos 80 reais só de remédio para vomito, desidratação, etc… Talvez se existir algum seguro que dê desconto em medicamentos compense investir.

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Fernanda 5 de setembro de 2017 - 20:12

Nao consegui o reembolso guardando as notas fiscais? Eu já consegui reembolso de medicamente umas duas vezes.

Reply
Carolina Barbon 2 de dezembro de 2017 - 16:21

Li seu relato e todos os comentários… mas ainda não me convenci a fazer o seguro!! hahahahahhha!!! Mas explico: tenho cidadania italiana. meus documentos italianos estão vencidos e a fila no consulado mais próximo beira os 5 meses de espera. Então, vou aproveitar a viagem que farei em janeiro para renovar tudo lá. Meu irmão e minha cunhada são médicos, e ficarei hospedada na casa deles. Como entrarei com o passaporte brasileiro, mesmo portando o italiano vencido (vence o documento, não a cidadania!), vc acha q o agente da imigração pode encrespar pq não fiz o seguro? Meu irmão e um primo (aposentado da polícia federal italiana) estarão lá me esperando. Isso pode me ajudar? Tenho dúvidas pq já escutei de tudo: q preciso, q não preciso, q isso q aquilo. O que vc acha?

Reply
Fernanda 6 de dezembro de 2017 - 08:23

Não tem como renovar seus documentos lá se o seu AIRE está no Brasil. Eu tentaria renovar o passaporte italiano no consulado antes da viagem.

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